
A medalha COMPROMISSO COM O FUTURO, destina-se a galardoar pessoas que se destaquem por ações que praticadas no presente, representem um benefício para as próximas gerações.
Nosso objetivo é reconhecer o mérito dessas pessoas, dar publicidade a exemplos positivos, e agracia-las, ainda que simbolicamente, com uma medalha.
Agradecemos o envio de sugestões de nomes e respectivos feitos.
Sebastião Salgado e Lélia Deluiz Wanick Salgado

Sebastião Ribeiro Salgado Júnior e Lélia Deluiz Wanick Salgado.
Em menos de 10 anos, através do Instituo Terra, o casal já plantou um milhão de mudas de árvores.
Sebastião Ribeiro Salgado Júnior é natural de Aimorés, Minas Gerais, onde nasceu em 1944. É o sexto e único filho homem de uma família com oito crianças. Filho de um pecuarista, estudou economia no Brasil entre 1964 e 67. Fez mestrado na mesma área na Universidade de São Paulo e na Vanderbilt University (EUA). Após completar seus estudos para o doutorado em economia pela Universidade de Paris, em 1971, trabalhou para a Organização Internacional do Café até 1973. Ainda nesse ano, trocou a economia pela fotografia.
Sua obra rompeu fronteiras e o tronou mundialmente famoso.
É casado com Lélia Deluiz Wanick Salgado, que é também autora do projeto gráfico da maioria de seus livros.
Juntos fundaram o Instituto Terra, uma associação civil, sem fins lucrativos, localizada na Fazenda Bulcão, Aimorés – MG, com uma área de 676 ha, reconhecida como Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) pela Portaria IEF/MG Nº 081, promulgada em 07 de outubro de 1998. É a primeira RPPN criada em uma área degradada.
Sebastião Salgado e Lélia Wanick estão literalmente plantando o futuro.
Parabéns! Agradecemos em nome de nossos filhos, netos e bisnetos e de futuras gerações.
Para ler a biografia completa de Sebastião Salgado acesse:
http://www.terra.com.br/sebastiaosalgado/
Para conhecer o Instituo Terra acesse:
http://www.institutoterra.org/

Odilon de Oliveira, de 56 anos, é juiz federal em Ponta Porá, Mato Grosso do Sul.
Em um ano, o juiz condenou 114 chefes do tráfico de drogas, cujas penas somadas chegam a 919 anos e 6 meses de prisão.
Além disso, Odilon de Oliveira confiscou desses criminosos:
O crime organizado vem sentindo as perdas e reagiu. Passou a ameaçar o juiz Odilon de Oliveira por carta e ligações anônimas. A Polícia Federal chegou a descobrir planos para matá-lo.
No dia 26 de junho, o jornal paraguaio Lá Nación informou que a cotação do juiz no mercado do crime encomendado havia subido para US$ 300 mil.
Ironicamente ao prender os traficantes, também foi privado da própria liberdade, pois com a oferta de uma recompensa pela sua morte, o juiz passou a andar escoltado.
Para sua segurança transferiu-se para um quartel do exército. Depois mudou-se para um hotel onde se hospedou sob forte esquema de segurança da Polícia Federal.
Por último, entendendo que o aparato de segurança em torno dele era dispendioso para o Estado, mudou-se para sua vara, onde de forma improvisada vive e trabalha sob a vigilância de sete agentes federais fortemente armados.

Odilon de Oliveira dorme num colchonete, come quentinhas e só sai escoltado, mesmo assim, quando é estritamente necessário.
A família - mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para Ponta Porã, teve de continuar em Campo Grande e o juiz só vai para casa a cada 15 dias, com seguranças.
Odilon de Oliveira abriu mão da vida familiar e de sua liberdade pois entende ser "dever de ofício" enfrentar o narcotráfico.
Se outros tivessem a coragem e determinação de Odilon de Oliveira, o futuro certamente seria melhor.