01/11/07 – País fica menos competitivo em ranking global.

O Brasil perdeu seis posições e caiu par o 72º lugar, entre 131 nações, no ranking global de competitividade, divulgado ontem pelo Fórum Econômico Mundial - FEM. O país é prejudicado pelo excesso de burocracia, corrupção e impostos elevados.

Se antes a posição era indigna de um país como o Brasil, agora é humilhante.

O Brasil é o quinto país do planeta em área e a nona economia de escala do mundo. Aqui natureza foi generosa, pois temos adversidade de clima, estamos livres de desastres naturais, a água é farta além de dispormos de recursos naturais como poucos países dispõem.

Lamentavelmente, o destino nos impôs políticos fracos, que ao longo de mais de 500 anos não foram capazes de alçar o Brasil ao patamar de destaque que naturalmente deveria ser seu.

O processo de amadurecimento da nação brasileira tem sido lento e doloroso e vez por outra andamos de marcha ré.

Os últimos governos foram incapazes de desenvolver um projeto genuinamente nacional com o objetivo de acabar com entraves e mazelas históricas para lançar o Brasil na competição rumo a uma vaga à mesa das três maiores potências do mundo.

Lula está no segundo mandato e o país definitivamente travou, pois a infra-estrutura que deveria ser ampliada e melhorada foi abandonada e sucateada.

Além disso, o país afunda em corrupção. O governo que deveria combatê-la é parte ativa dela e não há solução visível no curto prazo.

A única solução para a gestão sofrível imposta por governos que não sabem eleger prioridades e implantar políticas eficientes, tem sido aumentar a carga tributária.

Com isso estamos já perdendo a corrida para países como China e Índia que há poucas décadas estavam em condição de igualdade com o Brasil.

Pelo andar da carruagem, teremos que suportar essa gestão sofrível por mais três longos e preciosos anos, para então tentar uma correção de rumos.

Desanima profundamente o fato de não haver uma opção viável para o Brasil, pois os candidatos que aí estão, independente de partidos, representam a continuidade dessa política medíocre que prevaleceu nas últimas décadas.

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