O livro “Nova História Critica” de Mario Schmidt é uma aberração total.
Não só por assassinar o idioma nacional com erros grosseiros, mas principalmente por ser um pasquim de esquerda que reescreve a história torcendo fatos e levando propaganda política para as salas de aula.
Estranhamente o MEC reprovou, porém adquiriu 1.800.000 volumes ao custo total de R$ 12.300.000,00.
A questão é imoral sob dois aspectos. Se o livro foi reprovado, não poderia ter sido comprado pelo MEC. E levar ideologia política para a sala de aula onde o senso crítico dos alunos em fase de desenvolvimento é um ato covarde, para não dizer uma violência moral.
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